22 de julho de 2011

Sob o Sol


Canto para aquela criança nascida
viva, nova, pura
sobre o seu lençol.
E para seu destino recontado
e ansioso
sob este mesmo sol.
Canto porque sou poeta, sou louco,
arrebatado do destino certo
na claridão deste farol.



Canto meu sonho de entrega,
alegria e poesia
distante vejo a possível utopia,
tão dificil de viver.
Falo um portugues burro, errado,
Bêbado contando os trocados,
sem tempo a perder.
Canto mas não sou artista,
sou só um pouco otimista
sem escolha na vida para ensinar e aprender.

Então vem  agora meu bem,
vem e compartilha comigo.
Para este canto ser nosso,
vindo como um mormurio rouco
que ganha força
e leva  toda a tristesa por pouco,
fortifica esse canto
e o de quem canta,
sobre tudo oque se diz
Pra essa arte me levar e nos levar
para um amanhã bem mais feliz.

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