13 de janeiro de 2012

Ilusão


Quando já não há
Mais nada oque fazer
Eu me afasto em silêncio
Deixando a entender...

Quando eu já não sei mais
O que  pode acontecer,
Meu cansaço vira medo
E eu já não pago mais praver

E e como um vício
que me destroi a cada dia
eu nunca soube bem
a hora de parar...


Como um belo castelo
admiravel imponente,
que era feito de cartas
e se desfez derrepente

A minha frente,
Não quero mais saber da Sorte
Não olho pro passado
E não penso mais na morte.

Um pouco atrazado
Eu acordo derrepente
de um sonho demorado,
que eu vivia inconsequente.

E derrepente
eu já não sei mais quem eu sou ,
então já não importa
de onde vim pra onde vou...

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