26 de setembro de 2011

A pele que queima em brasa


Sou algo alem de mim mesmo.
que se perde cá, dentro de mim,
Destes momentos em que não me mostro...
nos silêncios dissimulados e inteligivelmente sarcásticos
que torturam sua concepção torpe e preconceituosa..
Sou esses textos ridículos e sem sentido que te torturam,
nestes momentos desperdiçados em que você me lê.



Sou aquele que quase sempre te liberta,
enquanto você se cala,
enquanto você insistentemente fala.
Sou aquilo que te atordoa nos seus anseios mentirosos,
Não entendimento e contraconcepção.
Eu fujo da sua lógica tipica.

Mas alem de tudo sou aquele que entende suas ânsias,
Aquele que não da conselhos...
Sou o que  você nunca vai entender.

O seu amor, e a ânsia desesperada de apego,
O desejo que se contorce 
ao tocar a pele quente que se queima em brasa...


(Douglas Oliveira)


2 comentários:

  1. As suas poesias tem um jogo de cintura bem interessante com as palavras e tem um toque sensual também.

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  2. Não há duvidas do seu talento... Simplesmente fodastico... sou seu eterno fã e amigo !!! Quase que essa maravilhosa poesia foi perdida....!

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